quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Dúvidas sobre Lattes

Com a dúvida, contínua, sobre onde incluir as monitorias (desde a graduação até agora) em meu Lattes, localizei uma ótima resposta, enviada pelo próprio Geraldo Sorte, atual responsável pela Coordenação de Informática da Plataforma Lattes no CNPq, vejam no site do "Pós-graduando":

(...)"Uma vez que não existe no CV Lattes item destinado especificamente a esse fim, a minha sugestão é realizar o cadastro das monitorias no Módulo de 'Atuação Profissional, Atividades (Outra: atividade técnico-científica)'."

http://www.posgraduando.com/blog/duvidas-sobre-o-preenchimento-do-curriculo-lattes

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Prezados;

Esta reportagem é da folha uol, foi postada no facebook, como nem todos possuem perfil resolvi compartilhar.

Causa reflexão. Saímos pouco preparados do ensino médio e da graduação, temos vontade, mas isso não é suficiente para nos tornarmos bons pesquisadores, o que fazemos então? Talvez o MEC deva começar a refletir sobre o impacto da má formação sobre a economia e o avanço do Brasil e pensar em melhorias, em mais parcerias com CNPQ/CAPES/ FAPESP.

Tenho sentido muita ansiedade, compartilhada com muitos colegas de mestrado (bolsistas ou não). A questão é sempre a mesma: eu posso superar? Como melhorar? Qual o caminho a percorrer? Como "sair da caixinha", fazer a diferença?

O fato é que muitas vezes somos obrigados a reconhecer que não sabemos pesquisar (não porque somos incapazes ou incompetentes, simplesmente não aprendemos a ir além das camadas superficiais nas atividades acadêmicas).

A qualidade de nossa pesquisa, acima de dados estatísticos sobre quantidade de acessos, é algo sério e merece preocupação.

Bjs.
Luci.
___________

PRODUÇÃO CIENTÍFICA NO BRASIL AUMENTA, MAS QUALIDADE CAI

Em dez anos, país subiu do 17º para o 13º lugar na lista dos que mais publicam artigos e caiu de 31º para 40º em citações
...
Número de vezes que os artigos são citados por outros cientistas é um indicador da qualidade dos trabalhos

"A política atual de ensino superior no Brasil pressiona para que os pesquisadores publiquem mais e para que publiquem de qualquer jeito" (Marcelo Hermes-Lima - UnB).

FSP, 11.06.2013
SABINE RIGHETTI

A produção científica brasileira, medida pela quantidade de trabalhos acadêmicos publicados em periódicos científicos, está em ascensão. Mas a qualidade dos trabalhos não acompanha o ritmo.

O cenário foi encontrado em informações tabuladas pela Folha a partir da base aberta de dados Scimago (alimentada pela plataforma Scopus, da editora de revistas científicas Elsevier). Ela traz números da produção científica de 238 países.

De 2001 para 2011, o Brasil subiu de 17º lugar mundial na quantidade de artigos publicados para 13º --uma conquista que costuma ser comemorada em congressos científicos do país.

Em 2011, os pesquisadores brasileiros publicaram 49.664 artigos. O número é equivalente a 3,5 vezes a produção de 2001 (13.846 trabalhos).

O problema é que a qualidade dos trabalhos científicos, medida, por exemplo, pelo número de vezes que cada trabalho foi citado por outros cientistas (o chamado "impacto"), despencou.

O Brasil passou de 31º lugar mundial para 40º. China e Rússia, por outro lado, ganharam casas no ranking de qualidade nesse período.

MAIS BRASILEIROS

Segundo especialistas ouvidos pela Folha, um dos motivos do salto de produção com queda de qualidade foi o aumento do número de periódicos brasileiros listados nas bases de dados: de 62 para 270 em dez anos.

"Isso aconteceu por causa de uma política de abertura para revistas científicas nacionais de países como Brasil, China e Índia", explica o cienciometrista da USP Rogério Meneghini, coordenador da base Scielo, que reúne 306 periódicos brasileiros.

O problema é que os trabalhos de periódicos científicos brasileiros têm pouco impacto. Apenas 16 dessas revistas receberam, em 2011, uma ou mais citações por artigo. Para ter uma ideia, cada artigo da revista britânica "Nature" recebeu cerca de 36 citações.

O maior impacto entre os periódicos nacionais é igual a 2,15, da revista "Memórias do Instituto Oswaldo Cruz".

"Cerca de 45% dos trabalhos científicos que recebemos são de autores estrangeiros", conta Francisco José Ferreira da Silva Neto, do corpo executivo do periódico.

Mas não são apenas os periódicos nacionais que derrubam o impacto da ciência brasileira no mundo.

"A política atual de ensino superior no Brasil pressiona para que os pesquisadores publiquem mais e para que publiquem de qualquer jeito", diz o biólogo Marcelo Hermes-Lima, da UnB (Universidade de Brasília).

SALAME

Cientistas brasileiros acabam desmembrando trabalhos parrudos em artigos com menos impacto, fenômeno conhecido como "salame".

"Cada descoberta é fatiada e publicada separadamente", explica Fernando Reinach, biólogo que deixou a academia e agora está na iniciativa privada. "O número de trabalhos aumenta, as descobertas ficam semelhantes e o impacto diminui."

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cienciasaude/105099-producao-cientifica-do-brasil-aumenta-mas-qualidade-cai.shtml

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Encontros

Encontros são momentos complexos,
Gerados pelo desejo e pela ansiedade.
Mágicos, pois vão sempre além do esperado.
Esperado que chega e se torna mais mágico ainda,
... Observado na travessia que os olhos acompanham.
É assim com a leitura de um romance,
de um conto,
de poesia,
É assim com a vida.
Bons momentos regados pela felicidade de estar envolvido neles.
Complexos,
Mágicos,
Vividos no encontro real de espíritos que se complementam.

Eles nos dão vida e, mais do que isso, sentimo-nos parte de algo.


Autor: Profº. Drº. Carlos Andrade
 

Procurar é preciso

Sempre estamos a procura de algo,
De um bom emprego,
De condições para passear,
De uma boa comida,
... De um carro legal,
De um amor sincero,
De um gato travesso,
De um cachorrinho amigo,
De plantar uma árvore,
De escrever um livro,
De uma vida digna de ser lembrada.

Nunca temos tudo, pois procurar é preciso.
A busca nos mantém na lida,
No barco, cruzando os mares, às vezes suaves, outras bravios.
O importante é continuar a busca, procurar sempre.

Não há fim, pois em cada coisa boa encontrada,
Ela é apenas o começo de uma nova jornada.

É o que é mais sensacional é que nossas histórias se cruzam,
Os sonhos são compartilhados,
Nas tristezas, sempre uma mão amiga por perto.
Nas alegrias, um grito de vitória coletivo.


Autor: Profº Dr. Carlos Andrade

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

SANGUE

Sangue vertical,
Carne e espinho
Pedras a caminho.
Doença visceral.

Sangue em minha alma
Virei o sódio
Toquei o ódio,
Com minha palma.

Pegada vermelha,
No chão branco,
Quebrada a telha

O fúnebre canto,
Que zumbe na orelha
Matei o santo!

Autora: Karla Purcino (estudante de Letras, apaixonada por literatura e poesia)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

VIDA LONGA

Lembrei desse sentimento
Gritando dentro de nós
Éramos todos meninos
E em cada um vivia uma paixão

Como na cena de um filme
Vencemos pesadelos
Enfrentando os dragões
Criados por nossos medos
Fruto da imaginação

De frente a uma nova era
Na onda de uma canção
Nós construímos história
Mente, alma e coração

Vida longa às barreiras
Que atravessamos
Todas as luzes do reino brilharam
Só pra mim e pra você
Eu estava gritando "vida longa"
À magia que fizemos
E tragam os fingidores
Um dia seremos lembradas

Eu disse "lembrei desse sentimento"
Eu passei as fotos adiante
De todos os anos que estivemos
Lá do lado de fora desejando por agora

Somos os reis e as rainhas
Você trocou seu boné de beisebol por uma coroa
Quando eles nos deram os nossos troféus
E nós os levantamos pela nossa cidade

De frente a uma nova era
Na onda de uma canção
Nós construímos história
Mente, alma e coração

Vida longa às barreiras
Que atravessamos
Todas as luzes do reino brilharam
Só pra mim e pra você
Eu estava gritando "vida longa"
À magia que fizemos
E tragam os fingidores
Não tenho medo

Vida longa às montanhas que movemos
Eu me diverti muito
Lutando com dragões junto à você
Eu estava gritando "vida longa"
Àquele seu olhar
E tragam os fingidores
Um dia seremos lembradas

Segure-se
Para girar
Confetes caem no chão
Talvez essas lembranças amparem nossa queda

Lembrei do momento
Que fiz promessa pra nós dois
Pintando o nosso destino
Puro e simples, pleno
E sem fim

Que fosse assim
Sem um "goodbye"
Fosse pra sempre um "cheguei"
O sonho que construímos
Me vi feliz, eu te achei

Será muito mais
Que achar
Será muito além
Que pensar

Vida longa às barreiras
Que atravessamos
Eu me diverti muito com você

Vida, vida longa às barreiras
Que atravessamos
Todas as luzes do reino brilharam
Só pra mim e pra você
Eu estava gritando "vida longa"
À magia que fizemos
E tragam os fingidores
Não tenho medo

Cantando
Vida longa às montanhas que movemos
Eu me diverti muito
Lutando com dragões junto à você

Vida, vida longa
Àquele seu olhar
E tragam os fingidores
Um dia seremos lembradas
 
Autora: Taylor Swift (By Paula Fernandes)
 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

PARA VOCÊ, COM CARINHO.

"Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade
que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite
que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem
intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido
todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os
meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o
quanto minha vida depende de suas existências ...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer
o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão
incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não
declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de
como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu
equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu,
tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto
pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida
ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma
lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da
vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando
comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e,
principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que
são meus amigos.
 
Autor: Vinícius de Moraes